Encerando a chuva

Corpos Informáticos usam enceradeiras vermelhas, quebradas, obsoletas, uso fora de uso; tiram o brilho, não fazem reluzir.  O jogo é reinventar um objeto, tirá-lo de seu uso cotidiano comum, trazê-lo de volta como se este fosse uma poesia de Manoel de Barros. É a potência do desuso, e com ela brincamos na chuva para celebrar a vida depois da seca.

 

Encerando a chuva,  2011. Museuda República, Brasília.

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